Blog da Coroa

O outro lado do Cara!

Não deixe o spam ser um grande eleitor neste segundo turno

Do Blog do Sakamoto: Não deixe o spam ser um grande eleitor neste segundo turno

11/10/2010 – 15:27

Caro(a) amigo(a), se você decide seu voto por conta de uma das dezenas de correntes apócrifas que circulam pela internet, pró-Dilma e pró-Serra (ou anti-Dilma e anti-Serra), parabéns. Você é, oficialmente, uma pessoa manipulável.

Nunca entendi muito bem porque as pessoas acreditam piamente naquilo que recebem em suas caixas de e-mail. Será que o anonimato das mensagens apócrifas é entendido como uma espécie de “sinal”? Do tipo: “Senhor, me dê os números vencedores do jogo do bicho” e, dias depois, você interpreta uma propaganda de um haras, que chegou acidentalmente por e-mail, como resposta para apostar no “cavalo”?! Vai que, da mesma forma que o Altíssimo escreve certo por linhas tortas, ele também “emeia” justo por internet frouxa, não é?

O mais interessante é que algumas dessas mensagens contam com mentiras tão bem construídas que tem mais gente acreditando nelas do que em boas matérias, com dezenas de fontes, feitas por jornalistas com décadas de credibilidade, que desmentem ou explicam o caso.

– Pô, o texto é super bem escrito. Não deve ser falso.

– O e-mail trouxe vários números. Ou seja, não pode ser mentira.

– Ele tem fotos. É mais difícil manipular fotos.

– Recebi isso do Ronaldo, irmão da Ritinha, casada com o Roberval, filho do seu Romeu, lembra? É, Ro-meu. Ele repassou um e-mail que recebeu do Rui, que é chefe dele na Ramos e Ramos, aquela empresa de retroescavadeiras. Homem decente o Ronaldo… então é coisa séria.

É muito mais “quente” acreditar, neste segundo turno, que a candidata X devora criancinhas e o candidato Y bate constantemente nas suas amantes do que encarar que, na vida real, os defeitos, esquisitices e idiossincrasias podem ser outros. Também bizarros, mas que não influenciam no seu caráter e no seu comportamento político, – e que, talvez, não atraiam tanto a atenção. Sabendo disso, o pessoal mal intencionado apela.

A rede mundial de computadores nos abriu um mundo de possibilidades. Hoje, um leitor – se quiser – consegue acessar fontes confiáveis e encontrar números, checar dados, trocar idéias com amigos, comparar governos ou mesmo desmentir pataquadas. Avalie o que você quer para o país e faça uma escolha, sua escolha. Não jogue fora seu voto por uma mensagenzinha mequetrefe. Ah, mas cuidado! Ao se debruçar sobre essas questões, se informar, debater com outras pessoas, mandar e-mail e cobrar do candidato posições, você vai estar fazendo Política, com “P” maiúsculo e não politicagem. E atacando a raiz de muitos preconceitos.

Coisa que o Povo do Spam não quer. Pois, o Povo do Spam quer sangue.

***

Algumas mensagens de spam travestem opinião como dados isentos e descontextualizam ou ocultam fatos que não são interessantes para o argumento defendido. Trouxe algumas sugestões reunidas tempos atrás por Rodrigo Ratier, jornalista e mestre em pedagogia, grande especialista na área de educação e comunicação, para usar a lógica a fim de perceber problemas nos textos. Quem já adota essas ferramentas, pode parar a leitura por aqui e vá apagar o lixo acumulado na caixa de entrada. Caso contrário, fica aqui a sugestão.

“A camisinha não protege contra o vírus HIV. A epidemia de Aids cresceu justamente porque se confia nessa proteção”, disse um bispo certa vez.

Desconfie dos argumentos de autoridade. Não é porque o Papa, o Patriarca de Istambul ou a Bispa Sônia disseram algo que você tem que acreditar, não é? O mesmo vale para o presidente da sua associação de moradores ou o diretor do seu sindicato. É preciso provar o que se diz. Exija confirmação dos fatos ou vá atrás dela.

“Não ouviremos as posições do antropólogo Luiz Mott sobre o casamento gay: ele é homossexual.”

Para desmontar um discurso, não se ataca o argumentador, mas sim o argumento.

“Nesta eleição, vamos escolher entre um Sartre e um encanador.”

Não se ridiculariza o outro apenas por ser seu adversário.

“Antes do MST existir, não havia violência no campo.”

Falsa relação de causa e conseqüência – um fato que acontece depois do outro não necessariamente foi causado pelo primeiro.

“Na guerra contra o terrorismo, ou você apóia a invasão do Iraque ou está alinhado com o mal.”

É errado excluir o meio termo. Um debate maniqueísta é mais fácil de ser entendido, mas o mundo real não é um Palmeiras e Corinthians, um Fla-Flu, um Grenal, enfim, vocês entenderam.

“Ou se dá o peixe ou se ensina a pescar.”

Isso é uma falsa oposição. Não se opõe curto e longo prazo necessariamente. Uma ação não invalida a outra. Elas podem ser, inclusive, subsequentes ou coordenadas.

“Isso não é demissão. A empresa apenas avisou que precisará passar por um redimensionamento do quadro de empregados.”

Não se deixe levar pelos eufemismos. Nem por quem fala bonito. Uma pessoa pode te xingar e você, às vezes, nem vai perceber se não se atentar para as palavras que ela escolheu.

“Avenida Faria Lima, Águas Espraiadas, Imigrantes, Minhocão, Rodovia dos Trabalhadores: alguém aí consegue imaginar São Paulo sem todas essas obras feitas pelo Maluf?”

Desconfie dos e-mail que contém um monte de acertos de alguém e ignorem, solenemente, os erros.

outubro 14, 2010 Posted by | Eleição | , , | Deixe um comentário

Carta Aberta a Dom Demetrio

Do blog do Nassif: CARTA ABERTA A DOM DEMETRIO

Querido dom Demétrio

Quero publicamente agradecer-lhe as suas palavras esclarecedoras sobre a manipulação da religião católica no final da campanha eleitoral pela difusão de uma mensagem dos três bispos da comissão representativa do regional Sul I da CNBB condenando a candidata do atual governo e proibindo que os católicos votem nela. Graças ao senhor, sabemos que essa divulgação do documento da diretoria de Sul 1 não foi expressão da vontade da CNBB, mas contraria a decisão tomada pela CNBB na sua ultima assembléia geral, já que esta tinha decidido que os bispos não iam intervir nas eleições. Sabemos agora que o documento dos bispos da diretoria do regional Sul 1 foi divulgado no final de agosto, e durante quase um mês permaneceu ignorado pela imensa maioria do povo brasileiro. Agora, dois dias antes das eleições, um grupo a serviço da campanha eleitoral de um candidato, numa manobra de evidente e suja manipulação, divulgou com abundantes recursos e muito barulho esse documento, criando uma tremenda confusão em muitos eleitores. Pela maneira como esse documento foi apresentado, comentado e divulgado, dava-se a entender que o episcopado brasileiro proibia que os católicos votasse nos candidatos do PT e, sobretudo na sua candidata para a presidência. Dois dias antes das eleições os acusados já não podiam mais reagir, apresentar uma defesa ou uma explicação. Aos olhos do público a Igreja estava dando o golpe que sempre se teme na véspera das eleições, quando se divulga um suposto escândalo de um candidato. Era um golpe sujo por parte dos manipuladores, já que dava a impressão de que o golpe vinha dessa feita da própria Igreja.

Se os bispos que assinaram o documento de agosto, não protestam contra a manipulação que se fez do seu documento, serão cúmplices da manipulação e aos olhos do público serão vistos como cabos eleitorais.

Se a CNBB não se pronuncia publicamente com muita clareza sobre essa manipulação do documento por grupos políticos sem escrúpulos, será cúmplice de que dezenas de milhões de católicos irão agora, no segundo turno votar pensando que estão desobedecendo aos bispos. Seria uma primeira experiência de desobediência coletiva imensa, um precedente muito perigoso. Além disso, certamente afetará a credibilidade da Igreja Católica na sociedade civil, o que não gostaríamos de ver nesta época em que ela já está perdendo tantos fiéis.

Se o episcopado católico deixa a impressão de que a divulgação desse documento nessa circunstância representa a voz da Igreja com relação às eleições deste ano, muitos vão entender que isso significa uma intervenção dos bispos católicos para defender o candidato das elites paulistanas contra a candidata dos pobres. Os pobres têm muita sensibilidade e sentem muito bem o que há na consciência dessas elites. Sabem muito bem quem está com eles e quem está contra eles. Vão achar que a questão do aborto é apenas um pretexto que esconde uma questão social, o desprezo das elites, sobretudo de São Paulo pela massa dos pobres deste país. Milhões de pobres votaram e vão votar na candidata do governo porque a sua vida mudou. Por primeira vez na história do país viram que um governo se interessava realmente por eles e não somente por palavras. Não foi somente uma melhoria material, mas antes de tudo o acesso a um sentimento de dignidade. “Por primeira vez um governo percebeu que nós existimos”. Isso é o que podemos ouvir da boca dos pobres todos os dias. Um povo que tinha vergonha de ser pobre descobriu a dignidade. Por isso o voto dos pobres, este ano, é um ato de dignidade. As elites não podem entender isso. Mas quem está no meio do povo, entende.

Os bispos podem lembrar-se de que a Igreja é na Europa o que é, porque durante mais de 100 anos os bispos tomaram sempre posição contra os candidatos dos pobres, dos operários. Sempre estavam ao lado dos ricos sob os mais diversos pretextos. E no fim aconteceu o que podemos ver. Abandonaram a Igreja. Cuidado! Que não aconteça a mesma coisa por aqui! Os pobres sabem, são conscientes e sentem muito bem quando são humilhados. Não esperavam uma humilhação por parte da Igreja. Por isso, é urgente falar para eles.

Uma declaração clara da CNBB deve tranqüilizar a consciência dos pobres deste país. Sei muito bem que essa divulgação do documento na forma como foi feita, não representa a vontade dos bispos do regional Sul 1 e muito menos a vontade de todos os bispos do Brasil. Mas a maioria dos cidadãos não o sabe e fica perturbados ou indignados por essa propaganda que houve.

Não quero julgar o famoso documento. Com certeza os redatores agiram de acordo com a sua consciência. Mas não posso deixar de pensar que essa manipulação política que foi a divulgação do seu documento na véspera das eleições, dava a impressão de que estavam reduzindo o seu ministério à função de cabo eleitoral. O bispo não foi ordenado para ser cabo eleitoral. Se não houver um esclarecimento público, ficará a imagem de uma igreja conivente com as manobras espúrias

Dom Demétrio, o senhor fez jus à sua fama de homem leal, aberto, corajoso e comprometido com os pobres e os leigos deste país. Por isso, o senhor merece toda a gratidão dos católicos que querem uma Igreja clara, limpa, aberta, dialogante. Demonizar a candidata do governo como se fez, baseando-se em declarações que não foram claras, é uma atitude preconceituosa totalmente anti evangélica. Queremos continuar confiando nos nossos bispos e por isso aguardamos palavras claras. Obrigado, dom Demétrio.

José Comblin, padre e pecador.

5 de outubro de 2010 

outubro 8, 2010 Posted by | Eleição | , , , , | Deixe um comentário

Alguém conhece alguma mulher que seja a favor do aborto?

Sobre o aborto

Causa espanto e revolta a polêmica que se faz sobre o aborto, atribuindo à candidata Dilma Rousseff  uma declaração de que é a favor do aborto. Uma mentira deslavada porque não conheço UMA MULHER que seja a favor do aborto. Imagine-se!

Homens, sim! Aqueles que obrigam as mulheres em quem fizeram filhos a fazerem aborto. Claro que não dizem. Pelo contrário, com a cara mais hipócrita do mundo, declaram, se têm algum poder – senadores, deputados, vereadores, ministros do judiciário, padres, pastores etc – que são contra a descriminalização do aborto.

E as mulheres: alguém conhece alguma que seja a favor do aborto?

Que fazem aborto, podem fazer: a mulher que não agüenta mais, que sabe que não vai poder sustentar o filho – muitas vezes ignorado por quem o fez – a mulher que está com raiva do companheiro que a forçou, a mulher que está à beira de se matar porque está nos limites das forças. Essas, fazem aborto, sim.

Se têm dinheiro para pagar, fazem aborto nas clínicas aborteiras: uma clínica em cada bairro do Rio de Janeiro. (Algum legislador toma providências para fechá-las? Não, porque não interessa: as mulheres, filhas, netas e sobrinhas deles são clientes). As que não têm como pagar o aborto, arriscam-se, estrepam-se (e vão sobrecarregar os hospitais públicos) ou morrem mesmo.

E ainda são consideradas criminosas!

Enquanto isso, os homens ficam numa boa: não são criminalizados, parece que não têm nada com a gravidez da mulheres com quem dormiram.

É revoltante para nós, mulheres, vermos essa discriminação:  parece que estamos no tempo do Antigo Testamento, como os fundamentalistas muçulmanos, que apredejam mulheres adúlteras.

Mas é bom, católicos e evangélicos, lembrarmos a Boa Nova (o Evangelho): quando o pessoal queria apredejar a adúltera, Cristo disse: “Quem não tiver pecados, atire a primeira pedra”. E todos se afastaram, os mais velhos em primeiro lugar. E Jesus perguntou: “Alguém te condenou? Eu também não te condeno”. E Cristo disse à adúltera: “Vai e não peques mais” (João 8, 3-11)

Infelizmente, parece que o Brasil ainda é vetero-testamentário: Jogue a pedra na mulher!

Irene Silva Telles, 82 anos, professora aposentada do Estado do Rio de Janeiro e da Faculdade de Educação da UFRJ

Católica, casada  mãe de 10 (dez) filhos e avó de 14 netos

outubro 7, 2010 Posted by | Uncategorized | , , | Deixe um comentário

Acabou! Não vou mais aceitar isso!

Existe um submundo nojento na internet que dissemina boatos escandalizantes como a Dilma ter dito que nem Cristo tiraria a vitória dela esse ano. Claro que se trata de uma mentira da grossa. Chegamos ao cúmulo de ela ter que dar importância a essa merda para negar que tenha dito isso.

Por isso convoco todos para denunciar esses vídeos mentirosos. Veja como:

outubro 6, 2010 Posted by | Eleição, Internet | , , , | Deixe um comentário

Professor de Jornalismo da UnB: indício claro de manipulação no Datafolha

Do site da UnB: Professor analisa papel de institutos de pesquisa

Samuel Lima, professor adjunto da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília

Não é nova a polêmica sobre o papel das chamadas “pesquisas de opinião” na cena política brasileira. Uma questão, no entanto, precisa ser dirimida antes de refletirmos sobre o tema nas eleições de 2010. O que os institutos como Datafolha, Ibope, Vox Populi e Sensus realizam são sondagens, não pesquisas.

Com efeito, pesquisa remete à produção de conhecimento científico, resultado de uma investigação rigorosa, seja qualitativa ou quantitativa, balizada por uma metodologia reconhecida e aceita no universo da ciência. Por outro lado, as sondagens feitas pelos institutos, que se popularizaram através da mídia, são fragmentos do real que historicamente têm sido usadas no jogo político com interesses difusos, raramente conectados à formação da opinião pública.

No cenário das eleições presidenciais, destaco a dança desencontrada de números dos institutos. Em novembro de 2009, pelos dados do Datafolha, José Serra (PSDB) tinha 41% das intenções de voto, enquanto Dilma Rousseff (PT) contava com apenas 8%. O que mudou radicalmente, em menos de um ano? Talvez o conhecimento mais amplo de que Dilma é a candidata de um presidente que conclui seu mandato com cerca de 80% de aprovação. Esse é o fenômeno político não trabalhado nas sondagens, com a profundidade que pesquisas exigem, e incompreensivelmente ignorado pelos partidos de oposição.

Até os primeiros dias do horário eleitoral gratuito o Datafolha ainda exibia o empate técnico entre Serra (37%) e Dilma (36%), enquanto os demais institutos já captavam o crescimento da candidatura petista: Ibope dava Dilma com 39% e Serra com 34%; Vox Populi trazia Dilma com 41% contra 33% de Serra; e, por fim, o Sensus, no mesmo período, indicava 10 pontos de vantagem para Dilma: 41,6% contra 31,6% de Serra.

O indício mais claro de manipulação envolve o ajuste feito pelo Datafolha: entre 23/07 a 20/08/10, Dilma cresceu 18 pontos percentuais em relação à candidatura Serra. É como se ela tivesse conquistado o “voto” de 24 milhões de pessoas, das quais 12,5 milhões na semana entre 12 a 20 de agosto. Em sua defesa, um dirigente daquele Instituto jurava que o efeito dos três dias de propaganda gratuita (rádio e TV) era o divisor de águas. Nem sob a batuta de Steven Spielberg a candidata Dilma conseguiria tal performance.

A rigor, os dados divulgados pelos institutos continuam carentes de transparência. Há diferenças metodológicas na captação das informações que podem explicar a divergência dos números. Em suma, as diferenças mais sensíveis são: Datafolha capta 100% das opiniões no chamado “ponto de fluxo” (é urbano, em espaços de grande movimentação das pessoas; não ouve o meio rural); Ibope trabalha com sistema misto: 85% domiciliar (urbano e rural) e 15% em ponto de fluxo; Vox Populi e Sensus fazem 100% domiciliar.

Uma indagação permanece em aberto: qual o poder de influências das sondagens de opinião sobre o voto que será consagrado dia 3 de outubro? Convém ressaltar que os dados destas sondagens configuram importante baliza à formação da opinião pública, aos investimentos que cada candidato recebe de seus financiadores e, nos casos de disputas mais intensas, podem incidir sobre aquele ânimo final do eleitor que, na sabedoria do senso comum, “não gosta de jogar seu voto fora”.

setembro 29, 2010 Posted by | Política | , , | Deixe um comentário

Jornal do Brasil e as balas de prata

Como faço diariamente, entrei no site do Jornal do Brasil. Deparei-me mais uma vez com uma reportagem de capa que deve desagradar um pouco os editores dos folhetins Veja e Folha de São Paulo.

A matéria trata das famosas balas de prata na campanha presidencial. Especialistas ouvidos pela reportagem criticaram a onda de denuncismo praticado pela grande imprensa.

Reproduzo um pequeno trecho da reportagem:

O doutor em ciência da comunição e professor de ética da Universidade Federal Fluminense (UFF) Marco Schenneider também vê uma clara tendência em muitos veículos brasileiros de favorecer um ou outro candidato.

– Na Folha, no Estadão e, mais descaradamente, na Veja, há um favorecimento da candidatura tucana – sentencia. Já a Carta Capital, embora demonstre simpatia pela candidatura petista, pratica um jornalismo, a meu ver, mais próximo dos ideais da imparcialidade e da objetividade jornalística.  

Mais uma vez parabéns ao Jornal do Brasil, que dia após dia tem se destacado da cobertura feita pelo PIG.

setembro 13, 2010 Posted by | Imprensa | , , , | 1 Comentário

Como o Serra fica bravo com vazamentos!

Aos 2:21 a indignada reação do defensor da constituição:

setembro 8, 2010 Posted by | Uncategorized | , , , , , | Deixe um comentário

Jornal do Brasil e Tracking Vox Populi: factóide do sigilo não convenceu eleitor

Ontem postei o resultado parcial de uma enquete feita pelo Terra sobre a relação entre a violação do sigilo da filha de Serra e a campanha de Dilma Rousseff. 73% descartaram essa relação.

Hoje, o Jornal do Brasil publica matéria em que afirma que as acusações de quebra de sigilo dos tucanos não estão sendo capazes de interferir no provável resultado das urnas.

Essa afirmação do professor titular de Ciência Política da Universidade Federal Fluminense tem sido corroborada com as medições diárias do Vox Populi. Só para se ter uma ideia, hoje, 6.9.2010, vários dias após as denúncias e de uma cobertura exaustiva de TV e rádio, Dilma Rousseff obteve 55% e o tucano José Serra 22% das intenções de voto.

Percebe-se que o discurso de violação do sigilo de Verônica Serra definitivamente não é a bala de prata sonhada pelos tucanos. Será preciso arrumar um  “novo escândalo”. É aguardar e conferir o que o último mês de campanha nos reserva.

setembro 6, 2010 Posted by | Política | , , , , | 10 Comentários