Blog da Coroa

O outro lado do Cara!

Como o Serra fica bravo com vazamentos!

Aos 2:21 a indignada reação do defensor da constituição:

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setembro 8, 2010 Posted by | Uncategorized | , , , , , | Deixe um comentário

Record critica a baixaria da revista da Globo

Do Portal R7: Capa da Época provoca polêmica sobre imparcialidade nas eleições

A menos de dois meses do dia da eleição, o “vale tudo” das campanhas começa a tomar conta do noticiário de alguns veículos de comunicação que, segundo especialistas ouvidos pelo R7, favorecem algum dos lados mesmo sem declarar publicamente. Nesta semana, a polêmica da vez é a capa da revista Época, da Editora Globo, que retrata a atuação da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff (PT), durante o período da ditadura militar (1964-1985), dando destaque especial à sua participação em movimentos de luta armada.

Para o sociólogo e jornalista Laurindo Lalo Leal Filho, professor da ECA (Escola de Comunicação e Artes) da USP (Universidade São Paulo) e fundador da ONG Tver, voltada para o acompanhamento da qualidade da televisão brasileira, a imprensa tem papel fundamental no processo eleitoral. 

Ele defende que veículos impressos declarem seus votos, como fez a revista Carta Capital ao escrever um editorial listando os motivos pelos quais defende a candidatura de Dilma. 

Para Lalo, no entanto, por se tratar de concessões públicas, emissoras de rádio e de televisão não deveriam favorecer nenhum lado. 

– O distanciamento do rádio e da televisão é fundamental. Devem participar, mas dando a oportunidade a todos os partidos. É mais complicada a participação dos meios eletrônicos porque rádio e televisão são concessões públicas. É ruim para a democracia que esse espaço seja privatizado. 

Ele aponta como exemplo de favorecimento as entrevistas que os candidatos à Presidência concederam ao Jornal Nacional, principal telejornal da TV Globo. 

– Enquanto a candidata do governo era inquirida, de uma forma até bastante ríspida, os entrevistadores tinham uma nítida tendência a impulsionar o candidato da oposição. 

Em nota, a emissora negou na semana passada ter favorecido qualquer um dos candidatos na série de entrevistas. 

Lalo ainda diz que a reportagem que mostra Dilma como guerrilheira, publicada pela revista Época, deve ser reproduzida durante os programa eleitorais no rádio e na TV, dando mais destaque para a imagem negativa da petista. 

– Isso é feito para ser usado no horário eleitoral, não é a toa que é publicada na mesma semana [que os programas começam a ir ao ar]. Ela não tem tanta relevância sozinha, até porque a tiragem da revista é baixa. A importância talvez seja para ser mostrada no programa. 

Cientista político 

A cientista política e professora da UFSCAR (Universidade Federal de São Carlos) Maria do Socorro – que também defende que revistas e jornais declarem voto – diz que reportagens como a da Época, publicada às vésperas do início da propaganda eleitoral gratuita, podem pegar de surpresa os eleitores menos informados. 

Acho que é um pouco retornar àquela velha cultura de jogar assuntos que levem ao medo, que aterrorizam o eleitor. 

Ela lembra que o primeiro “jogo sujo” da oposição à Dilma nesta campanha foi ligar o PT às Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). 

Quando há a possibilidade de perder num primeiro turno, usa-se todos os meios para desconstruir a candidatura que lidera. A tendência, agora, será a de abrir fogo contra Dilma. 

Processo 

O advogado responsável pela campanha petista, Márcio Silva, afirmou ao R7 que, até agora, ninguém da coordenação pediu que ele processasse a Época, ao contrário do que aconteceu com a revista Veja, obrigada a publicar um direito de resposta em suas páginas por ter vinculado Dilma às Farc. 

O advogado defende que, antes da campanha, jornais e revistas declarem quem é seu candidato preferido. Ele diz ainda que o sigilo dos patrocinadores de jornais e revistas deveria ser quebrado para que o leitor saiba se quem paga para mandar a publicação para a banca tem interesses eleitorais. 

– Os jornais e revistas deveriam explicitar o lado em que estão e mostrar quem os patrocinam. Isso teria de ser escancarado. 

Procurada pelo R7, a Editora Globo não se manifestou sobre o assunto até a publicação da reportagem.

agosto 17, 2010 Posted by | Jornalismo | , , , , | Deixe um comentário

Reinaldo Azevedo, de novo…

Bastou eu postar ontem sobre o canalha (Reinaldo Azevedo, o canalha que ainda defende a ditadura de 64!) e seu desejo pelo golpe e ele já me começa o dia de hoje da seguinte forma:

Eles, que odeiam tanto a democracia. Ou: um governo popular tem o direito de pôr fim à democracia?

Pois é. Ele chegou às raias da loucura. Sabe qual o fato que ele deu um spin para concluir que estamos querendo acabar com a democracia? Porque um especialista (ele não diz quem) disse que era muita ousadia do Serra se candidatar contra um governo tão popular.

Pois é. E ele é adorado pela direita reacionária, os tais “homens de bem”.

Ele ainda concluiu hoje que o Lula está intimidando o JN a pressionar o Serra por ter dito que trataram a Dilma com pouca gentileza! Não é um jenio (by PHA) esse tal de Retardado Azevedo?

Aliás, por essa última, fica fácil concluir que ele quer é que tratem o Serra como a Veja tratou. Vocês se lembram como foi? Olha uma pergunta da Óia ao presidenciável:

“Como o senhor conseguiu governar a cidade e o Estado de São Paulo sem nunca ter tido uma única derrota importante nas casas legislativas e sem que se tenha ouvido falar que lançou mão de ‘mensalões’ ou outras formas de coerção sobre vereadores e deputados estaduais ?”

hahahahahahahahahaha

Essa é a imprensa que ele quer!

agosto 11, 2010 Posted by | Uncategorized | , , , , , | Deixe um comentário

Reinaldo Azevedo, o canalha que ainda defende a ditadura de 64!

O Reinaldo Azevedo mostrou esses dias que a ditadura de 64 realmente deveria ter acontecido. Veja como:

FHC diz que não pode comentar opiniões de Dilma porque ex-ministra “não fala”

Gilberto Freyre reacionário? Não creio! Nem na teoria nem na prática. Apoiou, sim, o regime militar de 64, como, diga-se, o fez muita gente. O ambiente político, intelectual e ideológico daquele período ainda precisa ser devidamente reconstruído, sem paixões. Que João Goulart havia instalado o baguncismo no governo é fora de dúvida. Que as esquerdas ameaçavam botar fogo no circo, e pouco importa saber se tinham condições para isso — a propósito: não tinham, como ficou provado —, também é inegável. FHC e todos os que viveram aqueles tempos sabem (eu era bebê…) que havia o temor de que o próprio Jango desse um golpe; muita gente boa apostava nisso e temia uma ditadura unipessoal.

Quem tinha esse temor? A Regina Duarte? Aí ela conversou com a Maitê Proença e combinaram uma revolução dos “machos selvagens”?

Claro que não espanta ninguém o apreço de Retardado Azevedo pela ditadura, mesmo por que ele é fã confesso de gente da mais alta estirpe democrática, como Carlos Lacerda…

Espantado? Não fique:

AINDA CARLOS LACERDA E AS CULPAS

Escrevi ontem, contestando um texto de Elio Gaspari, que o problema de Carlos Lacerda não era a bandeira da moralidade ou a denúncia da roubalheira. O problema de Carlos Lacerda era o golpismo. Escrevi e sustento. Ainda que o considere uma personagem admirável, dono de uma retórica e de um texto primorosos, o fato é que jamais endossaria seu jeito de fazer política. Teria comungado de muitos de seus valores se tivesse sido um seu contemporâneo. Mas não fui.  Tinha 15 anos quando ele morreu., em 1977. Lembro de ter ouvido a notícia no rádio do ônibus. Já tinha sido treinado para odiá-lo, o “grande culpado civil” pelo “golpe de 1964″. Descobri a personagem fascinante, que errava e acertava sempre em grandes proporções, um pouco mais tarde. Adiante.

Quanto a João Goulart, parece piada afirmar que Lacerda pudesse carregar nos ombros a sua deposição. Quem depôs Goulart foi… Goulart quando decidiu levar o baguncismo para dentro do governo. Foi ele que conduziu a política ou para um autogolpe ou para um golpe de estado. Deu golpe de estado.  Entre as duas opções, não me peçam para escolher…

Claro que sabemos a escolha do safado. Fica até bem claro o que ele quer no final do post, ao afirmar pela trocentésima nonagésima vintegentrintésima vez que o Lula e o PT são antidemocráticos:

Essa ladainha de que os derrotados de 1964 foram vítimas de uma terrível conspiração porque queriam democracia e foram esmagados por gorilas de direita  — ou mesmo por um príncipe, como Lacerda, convertido em “Corvo” —, serve para endossar tentações antidemocráticas ainda hoje.

Esses dias mesmo ele voltou com a ladainha do desrespeito aos direitos fundamentais no caso da Previ. Sim, aquele caso de um cara falando que ele mesmo fazia dossiês contra inimigos políticos. Claro que ninguém nunca viu um desses dossiês, a não ser algum repórter da Folha que também achou a ficha falsa da Dilma e os dólares cubanos em garrafas de uísque. Mas voltemos ao Reinaldo. Vejam a última safadeza do Shylock, nosso defensor da legislação constitucional:

ESCÂNDALDO DA PREVI – É ainda mais grave do que o do mensalão. Ou: Os donos do poder

O caso do bunker montado na Previ para fazer “dossiês com conteúdo ofensivo para atingir e desmoralizar adversários políticos” de Lula e do PT (as palavras entre aspas e em vermelho são de Gerado Santiago, um dos que faziam o papelório) é, entendo, a denúncia mais grave surgida contra este governo — mais grave, se quiserem saber, do que o mensalão. Explico-me.

Aquele caso, evidentemente, é escandaloso. Potencialmente, desmoralizava a democracia à medida que buscava criar uma espécie de “Congresso do B”, financiando parlamentares com dinheiro de propina para que fizessem a vontade do governo. Ficou caracterizada também uma espécie de “compra” de partidos políticos, com porteira fechada e tudo. Consolidada a prática, a democracia, obviamente, sairia enfraquecida porque um dos Poderes da República estaria não sob influência, mas sob gerência dos porões do Executivo.

Assim, não se duvide: tratou-se de um atentado à democracia.

O bunker montado na Previ atenta diretamente contra os direitos fundamentais e políticos garantidos pela Constituição Brasileira. Estamos falando da Hidra de Lerna do Estado totalitário mostrando as suas muitas cabeças.  Não está mais no ovo. Já nasceu. Já veio à luz. Está presente — revela-o, na prática, Gerardo Santiago, que foi seu funcionário — em várias instâncias do Estado ou em entes para-estatais, como é o caso dos fundos de pensão. Pessoas estão lá organizadas não para cuidar do fundo, de suas necessidades etc, mas para atuar como uma espécie de polícia política do PT e do governo. Ninguém está fora de seu radar.

Tocado pela comovente defesa de minhas liberdades, resolvi pesquisar quantos “atentados à democracia” o nosso Iago que é fã de Polônio (sim, ele é fã do fofoqueiro que bisbilhotava a rainha falando com seu filho) denunciou em seus 4 anos de Veja. O resultado é IMPRESSIONANTE:

http://www.google.com.br/search?q=”atentado+à+democracia”+site:veja.abril.com.br/blog/reinaldo/&hl=pt-BR&lr=&as_qdr=all&ei=w_lhTOPpEouzuAeWssn7CA&start=0&sa=N

São 56 resultados! Claro que quase todos se referem a comentários dos seus leitores, mas isso já mostra bem como seus pupilos foram adestrados com bastante eficácia.

Concluindo: ele cria os motivos do golpe. Falta alguém encampar essas mentiras e partir para a ação. José Serra é o candidato dele. Se para presidente ou para golpista, aí depende do resultado dessa eleição.

agosto 10, 2010 Posted by | Uncategorized | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário