Blog da Coroa

O outro lado do Cara!

Não adiantou o ódio do PIG sobre o Enem

O Globo sempre preocupado com a educação brasileira

Do site do Correio Braziliense: Levantamento preliminar indica que apenas 200 estudantes teriam que refazer Enem

Agência Brasil

Até o momento, o Ministério da Educação (MEC) calcula que cerca de 200 estudantes deverão refazer as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) por causa dos erros de impressão nos cadernos de prova amarelos. Os dados foram apresentados pelo ministro Fernando Haddad ao presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Augusto Chagas, e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Yann Evanovick, em audiência na tarde da última quinta-feira (11/11).

As entidades defendem, entretanto, que todos os alunos que tenham se sentido prejudicados pelos erros na aplicação do Enem tenham a chance de fazer as provas novamente em caráter opcional. Segundo Chagas, essa possibilidade foi descartada pelo ministro, porque poderia atrasar o calendário das 83 instituições de ensino superior que usam a nota da prova como critério de seleção.

No último sábado (6/11), primeiro dia de aplicação do Enem, 21 mil cadernos de prova amarelos apresentaram erro de montagem e não continham todas as 90 questões. O MEC acredita que a maioria dos candidatos conseguiu trocar o material e fez a avaliação sem dificuldades.

Outro problema ocorreu na folha em que os estudantes marcam as respostas das questões, que estava com o cabeçalho das duas provas trocado. O exame teve 90 questões, sendo a primeira metade de ciências humanas e o restante, de ciências da natureza. Mas, na folha de marcação, as questões de 1 a 45 eram identificadas como de ciências da natureza e as de 46 a 90, como de ciências humanas.

Em função desses erros, a Justiça Federal no Ceará determinou a suspensão do Enem. A UNE não quer que o exame seja anulado, já que mais de 3 milhões teriam feito a prova com tranquilidade. As entidades criaram uma central para receber as reclamações dos estudantes, que já recebeu mais de 1,1 mil contatos. UNE e Ubes querem discutir junto com o MEC quais serão os critérios usados para definir quem terá direito a refazer o exame.

“Não é o suficiente [reaplicar o Enem] apenas para os que receberam a prova amarela errada. Na nossa opinião, o problema do gabarito gerou outros problemas e é por isso que nós queremos negociar com o MEC quais serão os critérios usados para oferecer essa nova prova aos estudantes.” Segundo ele, até que isso seja determinado, a UNE continuará defendendo um Enem opcional para todos os que foram prejudicados.

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novembro 12, 2010 Posted by | Educação | 4 Comentários

Serra diz que nordestino é um problema

Veja a partir dos 30 segundos:

 

“São Paulo tem muita migração. Né… Muita gente que continua chegando e tal, este é um problema…”

outubro 11, 2010 Posted by | Educação, Eleição | , , | 1 Comentário

RJ pode mais: Número de empresas abertas cresce 11,3% no 1º semestre

Pergunte ao Eike Batista se vale a pena investir no Rio.

Do site da Agência Brasil: Número de empresas abertas no estado do Rio cresce 11,13% no primeiro semestre

A Junta Comercial do Rio de Janeiro (Jucerja) registrou, no primeiro semestre deste ano, a abertura de 18.837 empresas no estado, superando em 11,13% o movimento de igual período do ano passado (16.950).

O presidente da Jucerja, Carlos De La Roque, atribuiu o crescimento dos negócios ao “momento bom” vivido pelo estado do Rio de Janeiro, com a perspectiva da realização de megaeventos esportivos, como os Jogos Mundiais Militares em 2011, a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016. “Isso tudo faz com que as empresas venham para o Rio. Quer dizer, tem mercado consumidor e as pessoas começam a abrir os seus negócios”, disse hoje (13) De La Roque.

A ascensão da nova classe social C, que permitiu o aumento do consumo, também favorece o surgimento de novas empresas. “Muita gente está virando empregador. As empresas de pequeno porte estão crescendo”, assinalou De La Roque.

As áreas com maior crescimento de novos empreendimentos são o comércio varejista de vestuário, com 6.481 empresas, bebidas, bares, restaurantes, cabeleireiros, informática. “Informática, inclusive, significa o crescimento do estado que necessita da área de tecnologia da informação”, observou o presidente da Jucerja..

A modernização dos serviços da Jucerja, como a informatização dos processos, ajudou a criar um ambiente de negócios, afirmou De La Roque. Desde 2007, as empresas abertas no estado do Rio de Janeiro têm mostrado evolução positiva, passando de 29.321 para 37.709 no ano passado. O presidente da Jucerja acredita que até o final de 2010, o número de empresas abertas no estado deverá crescer 20%.

A instalação de grandes empresas no estado, como a Companhia Atlântico Sul (CSA), que acabam ajudando a criar ao seu redor uma série de pequenas empresas fornecedoras, também contribui para transformar em realidade essa projeção, disse La Roque. Terá destaque também nesse processo o Registro Mercantil Integrado (Regin), resultado de parceria entre a Jucerja, a Secretaria da Receita Federal, a Secretaria Estadual de Fazenda e os governos municipais. O Regin simplifica e agiliza o processo de abertura e fechamento de negócios. O sistema está disponível no site da Jucerja: http://www.jucerja.rj.gov.br .

Até agora, 30 dos 92 municípios fluminenses aderiram ao Regin. La Roque espera que até dezembro a capital do estado, que representa 50% do movimento de empresas registradas, faça a sua adesão, de modo a que o prazo de concessão de registros possa cair de 72 horas para 24 horas.

Depois dos municípios, La Roque buscará incluir os cartórios de todo o estado. O número de delegacias da Junta Comercial do Rio será elevado de 14 para 20 até o final deste ano. Ele pretende ainda, a partir de janeiro de 2011, dar um “diferencial de preço” para estimular o uso da internet pelos empresários que usam os serviços da Jucerja. O desconto será em torno de 20% a 30% do valor cobrado, informou.

julho 13, 2010 Posted by | Educação | Deixe um comentário

Cotas raciais na Universidade de Brasília são um sucesso

Saiu no site da UnB: Diferença de desempenho entre cotistas e não cotistas é de apenas 0,25

A diferença entre o desempenho de alunos não cotistas e cotistas durante a vida acadêmica é irrelevante. Em uma escala de zero a dez, ela alcança apenas 0,25, com vantagem para os não cotistas. A conclusão está em pesquisa de Maria Eduarda Tannuri-Pianto, do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (UnB), e Andrew Francis, da Emory University, dos Estados Unidos.

O estudo analisou o desempenho de alunos de todas as áreas de graduação da UnB. No total, três mil estudantes cotistas e não cotistas participaram de entrevistas presenciais e responderam questionários via internet. Dados do vestibular e do desempenho acadêmico também foram usados como ferramentas para investigação. O grupo corresponde aos que ingressaram entre 2004 e 2005.

Ao comparar as Médias Gerais Acumuladas (MGA) dos dois grupos (cotistas e não cotistas), os pesquisadores perceberam que a diferença entre as notas era muito pequena. “Avaliamos as notas médias e verificamos que existe uma diferença de apenas ¼ de ponto”, explica Andrew Francis. Essa disparidade é menor, por exemplo, do que a encontrada entre homens e mulheres: 1/3 de ponto, com vantagem para elas.

VESTIBULAR – O esforço para ingressar na universidade também foi analisado. Segundo a pesquisa, não há evidência que sugira menos dedicação dos candidatos cotistas. “Os negros não deixam de se esforçar para passar na prova porque há reserva de vagas. Não identificamos nenhum dado que comprove isso”, afirma a pesquisadora.

Francis ressalta que o desempenho dos cotistas é menor no vestibular. Assim como o das mulheres. Mas que o tempo e o esforço desse grupo de alunos acabam diminuindo a diferença. “Fizemos uma regressão das notas, de olho nos dados do vestibular. Há uma diferença na nota de admissão. Mas depois, os cotistas superam isso”, explica.

Não custa lembrar que em julho de 2009 o DEM ajuizou ação no Supremo Tribunal Federal pedindo a suspensão do sistema de cotas da UnB. Ainda em julho o tribunal negou a liminar pedida na ação. O mérito da ação ainda não foi julgado.

junho 17, 2010 Posted by | Educação | 1 Comentário