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O outro lado do Cara!

Brasil pode mais: construção civil cresce de forma sólida

O Brasil inteiro está em obras. Foto da Revista Algo Mais

Do portal Terra: CNI: construção civil tem crescimento “sólido” no semestre

Luciana Cobucci

O primeiro semestre do ano foi de “sólido” crescimento para a construção civil. Segundo dados divulgados nesta sexta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em junho, o nível de atividade do setor marcou 53,8 pontos.

O aumento na contratação de funcionários, a boa situação financeira das empresas e a margem de lucro contribuíram para o bom resultado, segundo a CNI. Na média, que vai de 0 a 100, os números acima de 50 são considerados avanço, os abaixo regressão.

Os empresários consideraram que o acesso ao crédito foi facilitado no segundo trimestre deste ano, o que permite que as empresas façam mais investimentos, contratem mais funcionários e expandam suas atividades. De acordo com a confederação, os empresários também estão esperançosos com os investimentos para a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016.

O cenário positivo (de crescimento sólido e constante) tende a continuar até o fim do ano. A expectativa é que esse índice atinja o patamar de 67 pontos até o fim do ano. Desde o início da sondagem, em 2009, o indicador sempre ficou acima da linha divisória de 50 pontos.

A situação financeira de pequenas e médias empresas também melhorou nos primeiros seis meses do ano. Todos os índices que medem o otimismo ou pessimismo do empresário (em relação à margem de lucro, situação financeira e acesso ao crédito) ficaram acima dos 50 pontos.

Falta pessoal qualificado

Para os empresários que responderam aos questionamentos da CNI, o maior problema é a falta de pessoal qualificado, principalmente nas grandes empresas: 81,3% dos empresários de grande porte afirmaram que sofrem com a falta de mão de obra especializada. Somando as respostas de pequenas, médias e grandes companhias, esse problema foi assinalado por 62% das empresas pesquisadas.

Já para as pequenas empresas, o maior entrave é a elevada carga tributária: 64,6% das micro e pequenas empresas assinalaram a opção. Outras questões levantadas por empresas de todos os portes foram as altas taxas de juros, alto custo de mão de obra, inadimplência dos clientes e licenciamento ambiental.

julho 30, 2010 - Posted by | Economia

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